segunda-feira, 24 de abril de 2017

Estágio em Gestão Escolar

 Os educadores têm a missão de formar cidadãos íntegros, críticos, reflexivos e ainda auxiliar no desenvolvimento de suas habilidades e competências. Mas, essa é uma tarefa difícil, porém necessária, o que vai exigir da gestão escolar um excelente suporte ao aluno, ao professor e aos funcionários, para que juntos possam trilhar a mesma direção e alcançar os resultados almejados durante e no final de todo o processo. A teoria histórico-cultural defendida por Vigotsky considera os contextos e as transformações em processo na sociedade e a atuação dos sujeitos, como fator essencial.
 Segue abaixo fotos da apresentação do Plano de Ação e das experiências do Estágio IV,  realizado em uma Escola no município de Campo do Brito-SE. Os trabalhos foram apresentados no mini auditório da UFS Campus Itabaiana, assim como a exposição de banners no pátio da universidade referente a vivência  do Estágio em Gestão Escolar.


Exposição de banner do estágio em gestão escolar

Apresentação por Simônica Sales

Apresentação por Josefa Lima

Apresentação do Plano de Ação

Mesa Redonda: 5 graduandos e o professor Alfrâncio

Prof. Isabela, orientadora do estágio


segunda-feira, 3 de abril de 2017

Nova experiência

      Visita a turma do 1° ano (matutino) da Escola Municipal 30 de Agosto. O objetivo foi conhecer a realidade dos alunos dessa turma, a fim de planejar uma oficina de acordo com as necessidades dos alunos. Essa oficina tende a somar as atividades das pibideiras Simônica e Mércia, com o trabalho já desenvolvido pela atual professora, proporcionando aos alunos uma melhor aprendizagem.  


 Observação das atividades desenvolvidas pelos alunos. 

Acompanhamento individual.

terça-feira, 7 de março de 2017

Relatório "Oficina Multiplicadores de Brincadeiras"



Este relato é sobre a participação da pibideira Simônica Sales na “Oficina Multiplicadores de Brincadeiras” realizada na Universidade Federal de Sergipe – Campus Prof. Alberto Carvalho – Itabaiana (Se).
          A princípio a ministrante da oficina destacou que o brincar é um elemento de contribuição para o desenvolvimento da prática pedagógica e que a alegria e a brincadeira sempre estiveram presentes no cotidiano e vivência de todo ser humano. Assim, poderá contribuir no processo escolar tornando-o mais interessante e prazeroso, pois desenvolve a concentração, o raciocínio e a curiosidade. Ressaltou que a brincadeira orientada ajuda a criança a desenvolver habilidades motoras, a demonstrar sua personalidade, gostos, ter responsabilidade, iniciativa e trabalhar coletivamente e cooperativamente. Desta forma, o brincar assume um papel importante na formação da personalidade da criança como um ser social, pois é um meio de comunicação que estimula a ação, o pensamento e a emoção.
          Para iniciar as atividades práticas da oficina, a ministrante apresentou uma música que fala sobre a festa da chegada envolvendo a participação de todos. Essa dinâmica os futuros pedagogos podem utilizar em suas práticas pedagógicas a fim de trabalhar artes, socialização, acolhimento e conhecer o outro. Além disso, citou algumas dicas importantes para o professor (a) desenvolver uma aula dinâmica, como: bom humor e alegria, socialização e integração, criatividade e arte, etc.
          Esta oficina trouxe um leque de possibilidades e conhecimentos na área lúdica que auxilia o pedagogo em sua prática na sala de aula a oportunizar a criança o aprender com prazer, a buscar novos conhecimentos e aprendizagens, além de fortalecer a cultura do brincar que está perdendo espaço na sociedade.           
     



segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Projeto leitura e escrita

 Relato sobre o desenvolvimento do Projeto Leitura e Escrita, realizada na Escola Municipal 30 de Agosto, situada na Rua Josefa Vieira Santos, n° 478 na cidade de Itabaiana-Se.  O projeto foi dirigido pelas bolsistas Simônica Sales e Josefa Mércia, participantes do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência – PIBID da Universidade Federal de Sergipe Campus Professor Alberto Carvalho, sob orientação da professora Simone Lucena e supervisão da professora Maria da Vitória Silva Nascimento. Durante o período dessa experiência de campo observamos a turma do 3° ano da referida escola e identificamos que a maioria da turma dividia-se entre o nível alfabético e alguns no estágio de codificação. O objetivo da proposta visa à ampliação do hábito de leitura e produção de textos a partir do contato com textos aprazíveis, divertidos e atuais.
 O projeto foi concretizado no período de três dias, utilizando a seguinte metodologia: o primeiro contato com a turma foi para identificarmos o nível de aprendizagem dos alunos e suas reais dificuldades quanto à leitura e a escrita. Assim, pensamos em atividades que atingisse cada uma dessas dificuldades a fim de promovermos grandes benefícios no processo de aprendizagem dos discentes. A princípio foi feito uma dinâmica com os alunos para mostrar a importância do trabalho em equipe, perceber a necessidade de um ajudar o outro no dia a dia e aprender a utilizar a criatividade de resolver problemas que envolvam o trabalho em grupo. Na sequência os discentes foram distribuídos em quatro grupos para construírem um texto coletivo, onde as pibideiras iniciaram a história utilizando fantoches e orientaram cada grupo a dar continuidade escrevendo o final da história marcada de muita criatividade. Os alunos participaram da construção do texto coletivo e discutiram sobre os textos produzidos pelos mesmos. Na aula seguinte fizemos a contação da história da cenoura, nos quais os alunos foram os personagens principais tornando a história mais interessante e divertida. Depois da história contada, utilizamos o método sociolinguístico da palavra geradora que consiste na formação de novas palavras a partir de outra palavra, com a finalidade de identificarmos o progresso dos alunos em relação à leitura e escrita.

            O desenvolvimento do projeto foi gratificante, pois os alunos responderam positivamente as atividades propostas, aumentando a habilidade na leitura, escrita e produção textual, relacionando textos e ilustrações, manifestando sentimentos ideias e opiniões. Portanto, para nós as bolsistas envolvidas nesse projeto foi o momento de aplicarmos na prática a teoria vista na universidade.      

Projeto Leitura e Escrita


  1. Projeto Leitura e Escrita
  2. Foi realizada na Escola Municipal 30 de Agosto, situada na Rua Josefa Vieira Santos, n° 478 na cidade de Itabaiana-Se, o Projeto Leitura e Escrita, através das bolsistas Simônica Sales e Josefa Mércia, participantes do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência – PIBID da Universidade Federal de Sergipe Campus Professor Alberto Carvalho, sob orientação da professora Simone Lucena e supervisão da professora Maria da Vitória Silva Nascimento. Durante o período dessa experiência de campo observamos a turma do 3° ano da referida escola e identificamos que a maioria da turma dividia-se entre o nível alfabético e alguns no estágio de codificação. O objetivo da proposta visa à ampliação do hábito de leitura e produção de textos a partir do contato com textos aprazíveis, divertidos e atuais.
  3. O projeto foi concretizado no período de três dias, utilizando a seguinte metodologia: o primeiro contato com a turma foi para identificarmos o nível de aprendizagem dos alunos e suas reais dificuldades quanto à leitura e a escrita. Assim, pensamos em atividades que atingisse cada uma dessas dificuldades, a fim de promovermos grandes benefícios no processo de aprendizagem dos discentes. A princípio foi feito uma dinâmica com os alunos para mostrar a importância do trabalho em equipe, perceber a necessidade de um ajudar o outro no dia a dia e aprender a utilizar a criatividade de resolver problemas que envolvam o trabalho em grupo. Na sequência os discentes foram distribuídos em quatro grupos para construírem um texto coletivo, onde as pibideiras utilizaram fantoches para contar o início da história e orientaram cada grupo a dar continuidade escrevendo o final da história marcada de muita criatividade. Os alunos puderam participar da construção do texto coletivo e discutir sobre os textos produzidos pelos mesmos. Na aula seguinte, fizemos a contação da história da cenoura, onde os alunos foram os personagens principais tornando a história mais interessante e divertida.
  4. Depois da história contada, utilizamos o método sociolinguístico da palavra geradora que consiste na formação de novas palavras a partir de outra palavra, com a finalidade de identificarmos o progresso dos alunos em relação à leitura e escrita.
  5. O desenvolvimento do projeto foi gratificante, pois os alunos responderam positivamente as atividades propostas, aumentando a habilidade na leitura, escrita e produção textual, relacionando textos e ilustrações, manifestando sentimentos ideias e opiniões. Para nós as bolsistas envolvidas nesse projeto foi o momento de desenvolvermos na prática a teoria vista na universidade. 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Processo de Produção do Conhecimento

"Os graduandos que estão em processo de formação inicial desenvolvem experiências práticas na sala de aula , como se estivessem em um grande laboratório de ensino. Estes laboratórios de ensino os ajudam na compreensão de estratégias voltadas para solução e superação dos principais problemas de aprendizagem no campo da leitura e da escrita. O laboratório não tem a ver com os alunos cobaias, mas com situações de aprendizagem que são problematizadas em seus aspectos epistemológicos e metodológicos. Neste sentido, a formação do licenciado , realizada na sala de aula, toma as experiências vividas e refletidas como fonte para novas descobertas. Na medida em que o processo de produção de conhecimento é problematizado, pode-se, também, reconfigurar as estratégias de trabalho realizadas em sala de aula". (Claudia e Juliano Parente, 2011, p 133)