terça-feira, 23 de maio de 2017
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Estágio em Gestão Escolar
Os educadores têm a missão de formar cidadãos íntegros, críticos,
reflexivos e ainda auxiliar no desenvolvimento de suas habilidades e
competências. Mas, essa é uma tarefa difícil, porém necessária, o que vai
exigir da gestão escolar um excelente suporte ao aluno, ao professor e aos
funcionários, para que juntos possam trilhar a mesma direção e alcançar os
resultados almejados durante e no final de todo o processo. A teoria
histórico-cultural defendida por Vigotsky considera os contextos e as
transformações em processo na sociedade e a atuação dos sujeitos, como fator
essencial.
Segue abaixo fotos da apresentação do Plano de Ação e das experiências do Estágio IV, realizado em uma Escola no município de Campo do Brito-SE. Os trabalhos foram apresentados no mini auditório da UFS Campus Itabaiana, assim como a exposição de banners no pátio da universidade referente a vivência do Estágio em Gestão Escolar.
Exposição de banner do estágio em gestão escolar
Apresentação por Simônica Sales
Apresentação por Josefa Lima
Apresentação do Plano de Ação
Mesa Redonda: 5 graduandos e o professor Alfrâncio
Prof. Isabela, orientadora do estágio
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Nova experiência
Visita a turma do 1° ano (matutino) da Escola Municipal 30 de Agosto. O objetivo foi conhecer a realidade dos alunos dessa turma, a fim de planejar uma oficina de acordo com as necessidades dos alunos. Essa oficina tende a somar as atividades das pibideiras Simônica e Mércia, com o trabalho já desenvolvido pela atual professora, proporcionando aos alunos uma melhor aprendizagem.
Observação das atividades desenvolvidas pelos alunos.
Acompanhamento individual.
terça-feira, 7 de março de 2017
Relatório "Oficina Multiplicadores de Brincadeiras"
Este relato é sobre a participação da
pibideira Simônica Sales na “Oficina Multiplicadores de Brincadeiras” realizada
na Universidade Federal de Sergipe – Campus Prof. Alberto Carvalho – Itabaiana
(Se).
A princípio a ministrante da oficina
destacou que o brincar é um elemento de contribuição para o desenvolvimento da
prática pedagógica e que a alegria e a brincadeira sempre estiveram presentes
no cotidiano e vivência de todo ser humano. Assim, poderá contribuir no
processo escolar tornando-o mais interessante e prazeroso, pois desenvolve a
concentração, o raciocínio e a curiosidade. Ressaltou que a brincadeira
orientada ajuda a criança a desenvolver habilidades motoras, a demonstrar sua
personalidade, gostos, ter responsabilidade, iniciativa e trabalhar
coletivamente e cooperativamente. Desta forma, o brincar assume um papel
importante na formação da personalidade da criança como um ser social, pois é
um meio de comunicação que estimula a ação, o pensamento e a emoção.
Para iniciar as atividades práticas da
oficina, a ministrante apresentou uma música que fala sobre a festa da chegada
envolvendo a participação de todos. Essa dinâmica os futuros pedagogos podem
utilizar em suas práticas pedagógicas a fim de trabalhar artes, socialização,
acolhimento e conhecer o outro. Além disso, citou algumas dicas importantes
para o professor (a) desenvolver uma aula dinâmica, como: bom humor e alegria,
socialização e integração, criatividade e arte, etc.
Esta oficina trouxe um leque de
possibilidades e conhecimentos na área lúdica que auxilia o pedagogo em sua
prática na sala de aula a oportunizar a criança o aprender com prazer, a
buscar novos conhecimentos e aprendizagens, além de fortalecer a cultura do
brincar que está perdendo espaço na sociedade.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Projeto leitura e escrita
Relato sobre o
desenvolvimento do Projeto Leitura e Escrita, realizada na Escola Municipal 30
de Agosto, situada na Rua Josefa Vieira Santos, n° 478 na cidade de
Itabaiana-Se. O projeto foi dirigido
pelas bolsistas Simônica Sales e Josefa Mércia, participantes do Programa
Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência – PIBID da Universidade Federal
de Sergipe Campus Professor Alberto Carvalho, sob orientação da professora
Simone Lucena e supervisão da professora Maria da Vitória Silva Nascimento. Durante
o período dessa experiência de campo observamos a turma do 3° ano da referida
escola e identificamos que a maioria da turma dividia-se entre o nível
alfabético e alguns no estágio de codificação. O objetivo da proposta visa à
ampliação do hábito de leitura e produção de textos a partir do contato com
textos aprazíveis, divertidos e atuais.
O projeto foi concretizado no período de três
dias, utilizando a seguinte metodologia: o primeiro contato com a turma foi
para identificarmos o nível de aprendizagem dos alunos e suas reais
dificuldades quanto à leitura e a escrita. Assim, pensamos em atividades que
atingisse cada uma dessas dificuldades a fim de promovermos grandes benefícios
no processo de aprendizagem dos discentes. A princípio foi feito uma dinâmica
com os alunos para mostrar a importância do trabalho em equipe, perceber a
necessidade de um ajudar o outro no dia a dia e aprender a utilizar a
criatividade de resolver problemas que envolvam o trabalho em grupo. Na
sequência os discentes foram distribuídos em quatro grupos para construírem um
texto coletivo, onde as pibideiras iniciaram a história utilizando fantoches e
orientaram cada grupo a dar continuidade escrevendo o final da história marcada
de muita criatividade. Os alunos participaram da construção do texto coletivo e discutiram sobre os
textos produzidos pelos mesmos. Na aula seguinte fizemos a contação da
história da cenoura, nos quais os alunos foram os personagens principais tornando a
história mais interessante e divertida. Depois da história contada, utilizamos o
método sociolinguístico da palavra geradora que consiste na formação de novas
palavras a partir de outra palavra, com a finalidade de identificarmos o
progresso dos alunos em relação à leitura e escrita.
O
desenvolvimento do projeto foi gratificante, pois os alunos responderam
positivamente as atividades propostas, aumentando a habilidade na leitura,
escrita e produção textual, relacionando textos e ilustrações, manifestando sentimentos
ideias e opiniões. Portanto, para nós as bolsistas envolvidas nesse projeto foi
o momento de aplicarmos na prática a teoria vista na universidade.
Projeto Leitura e Escrita
- Projeto Leitura e Escrita
- Foi realizada na Escola Municipal 30 de Agosto, situada na Rua Josefa Vieira Santos, n° 478 na cidade de Itabaiana-Se, o Projeto Leitura e Escrita, através das bolsistas Simônica Sales e Josefa Mércia, participantes do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência – PIBID da Universidade Federal de Sergipe Campus Professor Alberto Carvalho, sob orientação da professora Simone Lucena e supervisão da professora Maria da Vitória Silva Nascimento. Durante o período dessa experiência de campo observamos a turma do 3° ano da referida escola e identificamos que a maioria da turma dividia-se entre o nível alfabético e alguns no estágio de codificação. O objetivo da proposta visa à ampliação do hábito de leitura e produção de textos a partir do contato com textos aprazíveis, divertidos e atuais.
- O projeto foi concretizado no período de três dias, utilizando a seguinte metodologia: o primeiro contato com a turma foi para identificarmos o nível de aprendizagem dos alunos e suas reais dificuldades quanto à leitura e a escrita. Assim, pensamos em atividades que atingisse cada uma dessas dificuldades, a fim de promovermos grandes benefícios no processo de aprendizagem dos discentes. A princípio foi feito uma dinâmica com os alunos para mostrar a importância do trabalho em equipe, perceber a necessidade de um ajudar o outro no dia a dia e aprender a utilizar a criatividade de resolver problemas que envolvam o trabalho em grupo. Na sequência os discentes foram distribuídos em quatro grupos para construírem um texto coletivo, onde as pibideiras utilizaram fantoches para contar o início da história e orientaram cada grupo a dar continuidade escrevendo o final da história marcada de muita criatividade. Os alunos puderam participar da construção do texto coletivo e discutir sobre os textos produzidos pelos mesmos. Na aula seguinte, fizemos a contação da história da cenoura, onde os alunos foram os personagens principais tornando a história mais interessante e divertida.
- Depois da história contada, utilizamos o método sociolinguístico da palavra geradora que consiste na formação de novas palavras a partir de outra palavra, com a finalidade de identificarmos o progresso dos alunos em relação à leitura e escrita.
- O desenvolvimento do projeto foi gratificante, pois os alunos responderam positivamente as atividades propostas, aumentando a habilidade na leitura, escrita e produção textual, relacionando textos e ilustrações, manifestando sentimentos ideias e opiniões. Para nós as bolsistas envolvidas nesse projeto foi o momento de desenvolvermos na prática a teoria vista na universidade.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Processo de Produção do Conhecimento
"Os graduandos que estão em processo de formação inicial desenvolvem experiências práticas na sala de aula , como se estivessem em um grande laboratório de ensino. Estes laboratórios de ensino os ajudam na compreensão de estratégias voltadas para solução e superação dos principais problemas de aprendizagem no campo da leitura e da escrita. O laboratório não tem a ver com os alunos cobaias, mas com situações de aprendizagem que são problematizadas em seus aspectos epistemológicos e metodológicos. Neste sentido, a formação do licenciado , realizada na sala de aula, toma as experiências vividas e refletidas como fonte para novas descobertas. Na medida em que o processo de produção de conhecimento é problematizado, pode-se, também, reconfigurar as estratégias de trabalho realizadas em sala de aula". (Claudia e Juliano Parente, 2011, p 133)
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