terça-feira, 7 de março de 2017

Relatório "Oficina Multiplicadores de Brincadeiras"



Este relato é sobre a participação da pibideira Simônica Sales na “Oficina Multiplicadores de Brincadeiras” realizada na Universidade Federal de Sergipe – Campus Prof. Alberto Carvalho – Itabaiana (Se).
          A princípio a ministrante da oficina destacou que o brincar é um elemento de contribuição para o desenvolvimento da prática pedagógica e que a alegria e a brincadeira sempre estiveram presentes no cotidiano e vivência de todo ser humano. Assim, poderá contribuir no processo escolar tornando-o mais interessante e prazeroso, pois desenvolve a concentração, o raciocínio e a curiosidade. Ressaltou que a brincadeira orientada ajuda a criança a desenvolver habilidades motoras, a demonstrar sua personalidade, gostos, ter responsabilidade, iniciativa e trabalhar coletivamente e cooperativamente. Desta forma, o brincar assume um papel importante na formação da personalidade da criança como um ser social, pois é um meio de comunicação que estimula a ação, o pensamento e a emoção.
          Para iniciar as atividades práticas da oficina, a ministrante apresentou uma música que fala sobre a festa da chegada envolvendo a participação de todos. Essa dinâmica os futuros pedagogos podem utilizar em suas práticas pedagógicas a fim de trabalhar artes, socialização, acolhimento e conhecer o outro. Além disso, citou algumas dicas importantes para o professor (a) desenvolver uma aula dinâmica, como: bom humor e alegria, socialização e integração, criatividade e arte, etc.
          Esta oficina trouxe um leque de possibilidades e conhecimentos na área lúdica que auxilia o pedagogo em sua prática na sala de aula a oportunizar a criança o aprender com prazer, a buscar novos conhecimentos e aprendizagens, além de fortalecer a cultura do brincar que está perdendo espaço na sociedade.           
     



segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Projeto leitura e escrita

 Relato sobre o desenvolvimento do Projeto Leitura e Escrita, realizada na Escola Municipal 30 de Agosto, situada na Rua Josefa Vieira Santos, n° 478 na cidade de Itabaiana-Se.  O projeto foi dirigido pelas bolsistas Simônica Sales e Josefa Mércia, participantes do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência – PIBID da Universidade Federal de Sergipe Campus Professor Alberto Carvalho, sob orientação da professora Simone Lucena e supervisão da professora Maria da Vitória Silva Nascimento. Durante o período dessa experiência de campo observamos a turma do 3° ano da referida escola e identificamos que a maioria da turma dividia-se entre o nível alfabético e alguns no estágio de codificação. O objetivo da proposta visa à ampliação do hábito de leitura e produção de textos a partir do contato com textos aprazíveis, divertidos e atuais.
 O projeto foi concretizado no período de três dias, utilizando a seguinte metodologia: o primeiro contato com a turma foi para identificarmos o nível de aprendizagem dos alunos e suas reais dificuldades quanto à leitura e a escrita. Assim, pensamos em atividades que atingisse cada uma dessas dificuldades a fim de promovermos grandes benefícios no processo de aprendizagem dos discentes. A princípio foi feito uma dinâmica com os alunos para mostrar a importância do trabalho em equipe, perceber a necessidade de um ajudar o outro no dia a dia e aprender a utilizar a criatividade de resolver problemas que envolvam o trabalho em grupo. Na sequência os discentes foram distribuídos em quatro grupos para construírem um texto coletivo, onde as pibideiras iniciaram a história utilizando fantoches e orientaram cada grupo a dar continuidade escrevendo o final da história marcada de muita criatividade. Os alunos participaram da construção do texto coletivo e discutiram sobre os textos produzidos pelos mesmos. Na aula seguinte fizemos a contação da história da cenoura, nos quais os alunos foram os personagens principais tornando a história mais interessante e divertida. Depois da história contada, utilizamos o método sociolinguístico da palavra geradora que consiste na formação de novas palavras a partir de outra palavra, com a finalidade de identificarmos o progresso dos alunos em relação à leitura e escrita.

            O desenvolvimento do projeto foi gratificante, pois os alunos responderam positivamente as atividades propostas, aumentando a habilidade na leitura, escrita e produção textual, relacionando textos e ilustrações, manifestando sentimentos ideias e opiniões. Portanto, para nós as bolsistas envolvidas nesse projeto foi o momento de aplicarmos na prática a teoria vista na universidade.      

Projeto Leitura e Escrita


  1. Projeto Leitura e Escrita
  2. Foi realizada na Escola Municipal 30 de Agosto, situada na Rua Josefa Vieira Santos, n° 478 na cidade de Itabaiana-Se, o Projeto Leitura e Escrita, através das bolsistas Simônica Sales e Josefa Mércia, participantes do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência – PIBID da Universidade Federal de Sergipe Campus Professor Alberto Carvalho, sob orientação da professora Simone Lucena e supervisão da professora Maria da Vitória Silva Nascimento. Durante o período dessa experiência de campo observamos a turma do 3° ano da referida escola e identificamos que a maioria da turma dividia-se entre o nível alfabético e alguns no estágio de codificação. O objetivo da proposta visa à ampliação do hábito de leitura e produção de textos a partir do contato com textos aprazíveis, divertidos e atuais.
  3. O projeto foi concretizado no período de três dias, utilizando a seguinte metodologia: o primeiro contato com a turma foi para identificarmos o nível de aprendizagem dos alunos e suas reais dificuldades quanto à leitura e a escrita. Assim, pensamos em atividades que atingisse cada uma dessas dificuldades, a fim de promovermos grandes benefícios no processo de aprendizagem dos discentes. A princípio foi feito uma dinâmica com os alunos para mostrar a importância do trabalho em equipe, perceber a necessidade de um ajudar o outro no dia a dia e aprender a utilizar a criatividade de resolver problemas que envolvam o trabalho em grupo. Na sequência os discentes foram distribuídos em quatro grupos para construírem um texto coletivo, onde as pibideiras utilizaram fantoches para contar o início da história e orientaram cada grupo a dar continuidade escrevendo o final da história marcada de muita criatividade. Os alunos puderam participar da construção do texto coletivo e discutir sobre os textos produzidos pelos mesmos. Na aula seguinte, fizemos a contação da história da cenoura, onde os alunos foram os personagens principais tornando a história mais interessante e divertida.
  4. Depois da história contada, utilizamos o método sociolinguístico da palavra geradora que consiste na formação de novas palavras a partir de outra palavra, com a finalidade de identificarmos o progresso dos alunos em relação à leitura e escrita.
  5. O desenvolvimento do projeto foi gratificante, pois os alunos responderam positivamente as atividades propostas, aumentando a habilidade na leitura, escrita e produção textual, relacionando textos e ilustrações, manifestando sentimentos ideias e opiniões. Para nós as bolsistas envolvidas nesse projeto foi o momento de desenvolvermos na prática a teoria vista na universidade. 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Processo de Produção do Conhecimento

"Os graduandos que estão em processo de formação inicial desenvolvem experiências práticas na sala de aula , como se estivessem em um grande laboratório de ensino. Estes laboratórios de ensino os ajudam na compreensão de estratégias voltadas para solução e superação dos principais problemas de aprendizagem no campo da leitura e da escrita. O laboratório não tem a ver com os alunos cobaias, mas com situações de aprendizagem que são problematizadas em seus aspectos epistemológicos e metodológicos. Neste sentido, a formação do licenciado , realizada na sala de aula, toma as experiências vividas e refletidas como fonte para novas descobertas. Na medida em que o processo de produção de conhecimento é problematizado, pode-se, também, reconfigurar as estratégias de trabalho realizadas em sala de aula". (Claudia e Juliano Parente, 2011, p 133) 

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Webquest sobre a civilização mesopotâmica

No dia 3 de Agosto nós pibideiras,Simônica e Amanda estivemos presentes na Escola Estadual Nestor Carvalho para apresentarmos uma Webquest  sobre a Antiga Mesopotâmia para os alunos do sexto ano coordenados pela professora Iracema. Esta Webquest levou os alunos a embarcarem em uma viagem pela mais antiga civilização com o objetivo de explorar e entender como a Mesopotâmia mudou ou afetou seu mundo de alguma forma. Vejamos como as  atividades propostas na Webquest promoveu novos conhecimentos e contribuiu para o ensino-aprendizagem dos educandos que participaram: 
Foram reproduzidas algumas telas sobre a civilização mesopotâmica de forma bastante interativa, onde os alunos puderam usar sua criatividade. 




 Tela sobre a produção de cevada
Tela sobre o calendário lunar
 Tela sobre o trabalho de carga

Tela sobre o alfabeto cuneiforme

terça-feira, 7 de julho de 2015

Ler alimenta, cura e enriquece.

(Revista AnaMaria)

A importância do PIBID para a formação docente

Fazer parte do Pibid tem sido uma experiência desafiadora e instigante, pois, exige do discente, empenho, dedicação e colaboração no cumprimento das atividades propostas. A vivência no projeto, permite ao bolsista acumular experiências necessárias para o embasamento teórico e prático que ajudarão a desenvolver as experiências que permeiam o campo educativo. Além disso, proporciona incentivos com relação a pesquisa e a formação docente, ao permitir o desenvolvimento do sujeito crítico-reflexivo à medida que torna a aprendizagem reflexiva. Durante o período já vivenciado pelo grupo  "Formação de Professores e Tecnologias"orientado pela professora Simone Lucena da UFS Campus Itabaiana, participamos de um fórum sobre cibercultura e ou| cultura digital, onde aprendi que esta é um conjunto de técnicas, práticas, atitudes e modos de pensamentos que se desenvolvem com o crescimento da comunicação através da rede mundial de computadores e que a cultura digital exige qualidade no sentido de entender o processo da rede,de saber escolher e optar. Portanto, a rede possibilita organização e comunicação que são fundamentais nos dias atuais , importantes no processo de hierarquização, priorização e relevância. Além disso, discutimos neste fórum sobre as TICs na  sala de aula ,que surgem como mecanismos para promover a infoinclusão social, aprendendo a dominar as mesmas e ter acesso a todas as informações oferecidas pela sociedade da informação e o apoio na parte educativa como melhoria da prática pedagógica e transformação dos processos de ensino-aprendizagem.Nestas reuniões discutimos também sobre os sujeitos da geração NET, sendo os filhos da idade digital, de uma revolução das comunicações que está a moldar uma nova geração e o seu mundo, sujeitos que leem, escrevem, colaboram e desenvolvem estratégias virtualmente, uma  geração de criadores e não de receptores, que são curiosos, flexíveis e colaboradores.Fizemos também visitas a algumas escolas para observação,  mas a que minha equipe participou foi no Colégio Estadual Eduardo Silveira. O objetivo da observação era conhecer a realidade digital da escola e utilizarmos a tecnologia para desenvolvermos atividades com os alunos, mas a escola não prestou assistência necessária quanto a parte burocrática dos computadores, mas foi importante porque conhecemos a realidade atual e percebemos as dificuldades de se trabalhar com tecnologia no desenvolvimento da aprendizagem dos alunos. Partimos para outra instituição de ensino que foi a Escola Municipal 30 de Agosto, onde fizemos um trabalho maravilhoso  apresentando uma WEBQUEST  sobre as principais fontes alternativas de energias com participação ativa dos alunos do quinto ano na confecção de maquetes  sobre energia eólica, de biomassa, solar e hidroelétrica e apresentação das mesmas pelos alunos. Foi uma experiência bastante proveitosa porque percebemos o interesse dos alunos e o quanto interagiram na realização das atividades . Nós Pibideiras, fizemos uma leitura e resenha sobre o texto "O Método Sóciolinguístico de Alfabetização: consciência social, silábica e alfabética" que apresenta resultados práticos e descobertas de pesquisas baseadas no " Método  Paulo Freire" que considera a escrita uma análise linguística em seus diversos graus de consciência nos níveis pré-silábico,silábico e alfabético. Discutiremos também na próxima reunião, a leitura do texto Os Diários de Aula: aspectos gerais, que são as anotações feitas pelos professores e professoras sobre as impressões obtidas na sala de aula que ajudarão a identificar os dilemas encontrados e dar subsídios para adaptá-los em suas decisões de acordo com seu público.